Vítor Barbosa, atleta, dirigente e treinador


O Grupo Desportivo, prima por tratar de forma igual todos os seus elementos, contudo, todos nós sabemos que, cada um tem a sua forma de ser, a sua personalidade e neste contexto pode afirmar-se que o Vítor é especial. Chegou ao atletismo "tarde". Andou pelo pontapé na bola sem saber que era um privilegiado para a prática do atletismo. Aonde e/ou até onde teria chegado Vítor Barbosa, se tivesse tido uma infância diferente, se lhe tivesse sido facultada a possibilidade (é um direito!) de praticar desporto em vez de cedo, muito cedo, ter tido a "obrigação" de granjear o seu sustento. Mesmo assim, é um campeão! Já esteve no estrangeiro em representação de Portugal, através da FPME, Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada.



Data Nascimento: 27/06/1980

Palmarés:

  •  4º Camp. Portugal Montanha FPME (2009)
  • 3º Camp. Distrital 10000m (2010)
  • 6º Circuito Nacional Montanha 2010
  • Campeão Colectivo Portugal  de Montanha FPME (2007,2008,2010)
  • Campeão Colectivo Portugal de Montanha FPA (2008,2009,2011)
Internacionalizações:

    • 24º no Andorra Skyrace ao serviço da FPME (2009)


    Coração que Pulsa, quis e dialogou com Vítor, colocando-lhe as seguintes questões:

    O Grupo Desportivo, alterou os hábitos desportivos de Castelo de Paiva, ao proporcionar às gentes da nossa terra a possibilidade da prática do atletismo, esta modalidade (atletismo) é a mais democratica; há espaço para todos; altos, baixos, magros, gordos, masculinos, femininos, mas apesar destes predicados todos, demorou a impôr-se aqui, em Castelo de Paiva, por isso satisfaz-nos a curiosidade: O que te levou a praticar atletismo?

    Foi uma brincadeira, pura carolice, sem pensar em resultados, pressões e no que mais isto iria dar.

    Quando reflectes sobre o passado, constatas o presente e perspectivas o futuro, o que te apraz dizer?

    Não me arrependo do que fiz até chegar ao atletismo, mas gostaria de ter chegado uns anos mais cedo, porque tudo seria diferente, agora está tudo a correr bem. Ainda tenho grandes ambições, não quero parar por aqui, lutar faz parte da minha maneira de viver.

    Com que idade te iniciaste?

    Precisamente no mês que ia completar 23 anos.

    Que diferenças notas entre o futebol e o atletismo?

    Futebol era correr atrás de uma bola, actuando sempre em equipa. Atletismo é um desporto mais individual, mas com o objectivo de ajudar a equipa.

    Qual o momento mais marcante que viveste no atletismo?

    O momento que mais me marcou foi ter ganho o Campeonato Nacional de Montanha da Federação Portuguesa de Atletismo.

    O que mudarias em Castelo de Paiva, e no Grupo?

    Em Castelo de Paiva mudaria as politicas impostas pelos governantes. No grupo não mudaria nada, pois se tem os anos que tem com tantos êxitos alcançados, penso que não há nada para mudar.

    Qual foi a tua maior desilusão no atletismo?

    A minha maior desilusão foi no Corta-Mato em Oliveira do Bairro, pois estava a espera de muito mais de mim mesmo, mas devido a um problema físico não fui capaz.

    Ainda sonhas com sucessos pessoais ou transferiste-os para os atletas por ti treinados?

    Não só sonho, como ainda os vou ter, porque trabalho para isso e ainda estou longe do fim. Espero que eles tenham um grande sucesso, pois tal como eu trabalham para isso.

    Sendo tu o seu treinador, como vês a carreira de Bruno Vieira, já que se trata de um promissor atleta, a nível nacional, pensas que ele pode dar passos seguros sem sair de Castelo de Paiva?

    Vejo a carreira do Bruno de uma forma optimista, pois os resultados por ele obtidos, mostram isso mesmo. Claro que sim, porque se trata de um atleta com grande potencial, embora se saiba que as condições para treinar não são as melhores.

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